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Som Livre lança trilha sonora de “Arcanjo Renegado”, série Original Globoplay, nesta sexta-feira

Um dos mais bem sucedidos lançamentos do Globoplay, a série original “Arcanjo Renegado” ganhou uma trilha sonora exclusiva criada pelo produtor musical Sany Pitbull. O álbum, que possui um total de 50 faixas entre músicas cantadas e incidentais, teve seu lançamento realizado nesta sexta-feira (8/05) pela Som Livre em todas as plataformas de música – ouça aqui.

 

O lançamento ainda presenteia os fãs da série com um videoclipe da faixa “Preto” (feat. Ikinya), tema do protagonista Mikhael, um sargento do Bope interpretado por Macello Mello Jr, e seu par romântico, Luciana, estrelada por Danni Suzuki. Produzido pelo Globoplay, o clipe lançado no canal do YouTube da Som Livre na mesma data – assista aqui – é feito com cenas da série e mostra a relação do casal. Os áudios das demais faixas também serão lançados na mesma plataforma de vídeos.

 

Sany é o responsável por produzir e dirigir 100% das trilhas e músicas que compõem a trama. Além do instrumental, o álbum traz os gêneros Rap, Funk, R&B e Samba, dando uma cara carioca ao projeto. Para realizar este trabalho e envolver o público na atmosfera da série, que retrata diferentes ângulos da guerra urbana que acomete o Rio de Janeiro, o produtor buscou novos artistas e compositores, todos oriundos de favelas. “Trabalho com o AfroReggae há muito tempo e, quando fizemos a primeira reunião para falar da trilha sonora, pensei que essa seria uma excelente oportunidade para trazer artistas das comunidades para compor a produção musical. Eles estão imersos na realidade que a série expõe e minha ideia foi de dar espaço e visibilidade a esses novos talentos, inserindo-os no meio de forma profissional e em uma grande produção” conta Pitbull sobre a iniciativa.

 

O poeta Al-Neg, por exemplo, foi descoberto por Sany em um sarau no Complexo do Alemão. “Encontrar um sarau de poesia no alto do Morro do Alemão foi o que mais me surpreendeu nesse processo de busca. O projeto é coordenado pelo Al-Neg e lá eles fazem batalhas de poesia. É uma coisa extraordinária e tão bonita que está acontecendo na cidade, mas quase ninguém enxerga”, conta o produtor, completando ainda que o poeta acabou se tornando um parceiro em diversas faixas da trilha, além de cantar o tema de abertura da trama.

 

Conhecida no meio por seus vídeos de covers e autorais postados nas redes sociais, desde cedo a cantora Ikinya se dedicava às batalhas rap e saía do Rio de Janeiro rumo a São Paulo para fazer freestyle nas ruas da capital paulista. “Todos sonham em viver de música e antes da quarentena cantavam nos trens, metrôs e barcas, passando o chapéu. A Ikinya tinha o sonho de gravar com outros artistas, e ter um trabalho desses no currículo com certeza abre portas para isso”, diz Sany sobre a jovem que empresta sua voz à música “Preto”, faixa de trabalho do álbum.

 

Sobre a produção da trilha sonora, Sany finaliza: “Esse é um projeto feito a muitas mãos. São 20 pessoas envolvidas no total, entre músicos, intérpretes e autores. Por se tratar de uma série de ação, são poucas as faixas cantadas e nenhuma tem o perfil de festa.  O resultado é muito rico e todas as músicas têm uma mensagem social por trás.”